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quinta-feira, 4 de Setembro de 2008

Senhor Orgulho

Hoje, o nome que penso todos os dias vem impresso em papel, no paradoxo de um sonho não falar de coisas bonitas.
O Senhor Albano, egocêntrico, egoísta, presunçoso, sente um incomensurável orgulho. Não nele, mas na sua metade.
E a corriqueira vontade de dizer:

quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

E o mais recente vício só para dar "cenário" é...


Muito mais que um jogo para desgraçar famílias. A minha permanece intacta. O saldo bancário nem tanto, mas são outros quinhentos que não o do Poker. Quinhentos e tal.
Sorte, como em qualquer jogo onde não entre o fêcêpê, e muita perícia, inteligência mesmo. Ainda mal aprendi sobre a ciência, mas espreito com fascínio. Uma elegante metáfora desta coisa que é viver com as outras pessoas. Arriscar é uma virtude, a paciência não menos.
On-line, um optimo escape para uma noite connosco, um optimo pretexto para se ouvir um disco que estava em stand by. Com um whisky, para completar o figurino.
O senhor Albano, gosta com iogurte activia. Mas são coisas dele.

quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Assim também eu

Queria ver se fosse de manhã, nélse...

quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

(...)


segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Sumário:

O senhor Albano não faleceu. Muito menos foi de férias. Faz de conta que é exótico não ir de férias, que Agosto é o mês do povão.
Em 3 semanas, o que acontece?
Brinca-se ao futuro entrebeijos e modas mais pirosas ainda. Somos crescidos e pequeninos em intervalos de 10 minutos. Às vezes com indisciplina. Às vezes aos adolescentes também.
Mas brinca-se e somos.
E tenta-se sequestrar o veículo, assassinando-o mesmo sem ameaça, pedindo em troca gente, afectos, gargalhada e porque não, ainda mais pirosice.

E o senhor Albano experiencia o poker.

E o senhor Albano experiencia o fazer anos.

E o senhor Albano segue dentro de momentos.

quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Carreirismo gratuito


Hoje, o senhor Albano almoça com o primeiro.




sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Vamos parar na proxima

É fim de semana. E está perfeito. Gourmets de algibeira (ou nintendo na algibeira), cozinha destroçada. Paixão e suor inseparáveis. Encarnados da festa homónima, recolhem às sete. Levantam-se às nove. Duas horas de sono a multiplicar por centenas de km. E porquê? As gargalhadas, os abraços, os beijos, as provocações que nos convencem de gente boa. O senhor Albano gosta de cá estar. Enquanto em casa houver pessoas assim.

E uma semana a dormir. Ou a dever.