Hoje, o nome que penso todos os dias vem impresso em papel, no paradoxo de um sonho não falar de coisas bonitas.
O Senhor Albano, egocêntrico, egoísta, presunçoso, sente um incomensurável orgulho. Não nele, mas na sua metade.
E a corriqueira vontade de dizer:
quinta-feira, 4 de Setembro de 2008
Senhor Orgulho
Publicada por Senhor Albano em 3:14 2 comentários
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